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10
set 2014

Por uma crença equivocada a respeito do amor, achamos que esse sentimento vive nos grandes atos e palcos. Achamos que o amor vive naquela viagem para a Europa, naquele anel de ouro ou naquele buquê incrível de rosas vermelhas.

Enquanto achamos isso, esquecemos algo muito importante: esquecemos que o amor vive de sutilezas.

O amor vive no olhar de admiração que temos pelo nosso companheiro. Vive no Bom Dia cheio de carinho que damos ao acordar e perceber que ao nosso lado está alguém que amamos. Vive também naquela atenção ao final do dia.

O amor vive naquela dedicação de preparar o jantar, incluindo o prato favorito dele, e também, naquela famosa frase, as vezes dita sem emoção: “Eu te amo”. Vive nos bilhetinhos escondidos na carteira, no carro ou no livro de cabeceira.

Vive nas palavras.

Vive na atenção.

Vive no toque.

E enquanto esperamos pelos grandes atos, com músicas especiais e paisagens exuberantes, que muitas vezes dependem de muito mais coisas além do amor, esquecemos da essência, daquelas ações pequenas que dão sentido a tudo. As sutilezas é que mantém nosso coração vibrante e nos dá a certeza de que o amor vive na capacidade de ver os pequenos detalhes.

Não vi relacionamentos terminarem porque o casal não pode ir para Nova York nas férias, ou porque o cônjuge não fez uma grande declaração de amor, no restaurante mais badalado da cidade. Também não vi relacionamentos se esvaindo por falta de presentes, ou porque o aniversário de namoro não foi comemorado em um hotel 5 estrelas, ou porque o orçamento não permitia jantar fora três vezes por semana.

Mas eu já vi relações desmoronarem pela falta do olhar, pela necessidade de se agarrar a rotina e esquecer que tanto você como seu companheiro mudam. Vi o amor morrer diante dos olhos do casal que não sabia mais conversar, e que o companheiro da noite era a TV ou o computador. Vi morrer o sentimento mais puro pela falta de elogio, pelas palavras rudes depois de um dia estressante de trabalho e pela ausência de compreensão.

E embora o grandioso, o inusitado, o diferente sejam chamas, lembre-se que o que determina a qualidade do espetáculo não é o palco, mas sim os atores.

Índice Juliana Emer é escritora e Life Coaching

@contosquecontam

 


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Ontem ao escolher meu café da manhã e o perfume do dia percebi que estou mudando meus gostos. Coisas que antes não me atraiam, agora fazem parte do meu dia-a-dia.

Tá ai, a gente muda…Muda de gosto, muda de opinião, muda de estilo, simplesmente muda. Acho que a gente só não muda os valores (embora eles sofram variações ao longo dos anos), mas o resto é um movimento natural da vida. Depois que constatei minha mudança de gosto, comecei a ponderar tudo que eu gostava e deixei de gostar, tudo que eu evitava e que hoje adoro, comportamentos que adquiri e outros que deixei passar, lugares que passei a frequentar, que antes não me pareciam interessantes, e livros que eu costumava deixar para depois, mas que hoje gosto de ler.

coisas de casal

E entender que a gente muda é um princípio básico para convivermos bem com os outros, pois se nós mudamos, os outros também mudam. Certo?!

Muitos relacionamentos acabam pelo simples fato das pessoas não compreenderem essa mudança. Talvez o que fazia bem ao outro no início da relação, não faça mais hoje, anos depois. Talvez a comida preferida dela tenha mudado, e o restaurante que antes costumava ser o melhor, tenha passado a ser apenas ‘bom’. Talvez as flores que ela gostava de ganhar não sejam mais as mesmas, e talvez a cerveja que ele adorava, agora não tenha mais o mesmo sabor, não desperte o mesmo prazer. Talvez a camisa xadrez que antes fazia ele se sentir bonito, hoje faça ele se sentir antiquado, e aquela cor preferida dela, tenha sido substituída por uma cor mais vibrante.

E sabe quando a gente descobre que o outro mudou? Quando a gente dedica um tempo para essa pessoa. Quando a gente se dá conta que o nosso companheiro não é um livro, em que a história é contada apenas uma vez e atravessa décadas sem mudar uma vírgula em seu enredo.

O problema disso tudo é que poucas vezes dedicamos algum tempo de nossas vidas para observar a outra pessoa, acionamos o piloto automático com as informações que temos, e assim vamos seguindo. Até o ponto que,“o não conhecer” o outro, se transforma em um problema difícil de administrar, e então, ressoando em alto e bom tom, aparecem as frases: “você não é mais o (a) mesmo(a)”; “Não te reconheço mais”; “Você mudou muito!”.

Sim, é claro, o outro mudou sim, assim como você! Esses dias eu ouvi uma frase do Pedro Bial que assenta muito bem nesse contexto: “Ninguém é o mesmo para sempre”.

Olhe bem e veja que a pessoa refletida no espelho não é a mesma de tempos atrás, perceba que as suas experiências mudaram você, e que a experiência do outro transformou ele também. E depois de perceber isso, dedique um tempo para observar essas mudanças, perceber os gostos e trejeitos da pessoa que está ao seu lado. Essa é a diferença das pessoas que conservam boas relações, das pessoas que não conseguem fazê-las perdurarem por muito tempo. Afinal: “você quer melhorar seus relacionamentos? Então veja o amor como um verbo, uma ação, e não como um sentimento”. Stephen Covey

Juliana Emer é escritora e Life Coaching

facebook.com/contosquecontam


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Começar um relacionamento significa algumas mudanças de rotina. A vontade de se dedicar à relação muitas vezes vem à frente da disciplina para cuidar do próprio corpo, da alimentação e da prática de exercícios físicos.

Abaixo alguns hábitos comuns aos casais que se entregam ao amor e acabam deixando de lado a preocupação com a boa forma e dicas para reverter as situações.

coisas de casal blog manu damasceno

Companheiros de garfo: homens geralmente comem mais do que as mulheres, além do fato de se importarem menos em colocar no prato alimentos mais saudáveis. Pesquisas mostram que enquanto eles são mais propensos a perder peso a partir da influência de suas parceiras, elas têm mais facilidade para ganhar quilinhos quando tendem a acompanhar o namorado.
Dica: um bom truque para saber se ainda está com fome, é imaginar um suculento filé: se você sentir fome suficiente para comê-lo, então tem espaço de sobra. Se você não tem estômago para este pensamento, é porque não precisa comer.

Mais cinco minutos na cama: quando se está na cama com o amado, a escolha entre a academia e um tempinho a mais antes de se levantar é bem óbvia. Assim, fica difícil comparecer àquela aula de spinning às sete horas da manhã. Dica: quando estiver com preguiça, tenha em mente: exercícios aumentam o desejo sexual. Quanto mais você se exercita, mais tonificada fica a sua musculatura pélvica, trazendo muitos ganhos para o ato sexual.

Sair para comer, de novo?: jantares e outros passeios recheados de guloseimas são bastante comuns para quem está num relacionamento. Embora seja muito agradável sair para jantar fora, as calorias ingeridas nestes programas geralmente extrapolam os limites. Dica: uma boa alternativa é cozinhar juntos em casa, onde você conhece os ingredientes e pode escolher refeições mais leves. Quando saírem, prefira dividir o prato com ele ou ficar apenas no aperitivo.

Filminhos e mais filminhos: gastar horas em frente de uma TV assistindo filmes com seu parceiro, de fato, é uma delícia. O problema é que essas noites de cinema acabam se tornando apenas noites de sono. Dica: não deixe de curtir uma noite ao lado dos amigos, dançando, por exemplo, e mantenha-se em movimento!

Mais tempos juntos, mais atividades juntos: se ele não sabe dança ou não gosta de praticar yoga, não tem problema: casais tendem a unir interesses. Mas isso nem sempre é positivo. Dica: os casais precisam de tempo longe um do outro para se lembrar por que estão juntos. Não abra mão das suas atividades e interesses. Sempre abra espaço para o seu exercício favorito e para sua independência.

Por baixo da roupa velha: ele diz que te ama com aquela camiseta velha, e você acaba empurrando para o fundo do armário suas roupas favoritas e, com isso, os quilinhos extras acabam passando despercebidos. Dica: tentem se vestir um para o outro uma vez na semana. Assim, ele vai poder ver o seu corpo como de fato ele é, e você também.

Mudando os hábitos alimentares: se ele gosta de carne de porco, é viciado em doces e em frituras, cuidado. Quando menos se espera, você também estará viciada em alimentos sobre os quais nunca teve nenhum interesse. Dica: imponha limites e tente, gentilmente, fazer a situação inversa, incluindo opções mais saudáveis na dieta dele.

Sem tempo para malhar: se você não consegue acordar cedo o suficiente para tonificar seu corpo e, entre o fim do expediente e a hora de ir para cama, não encontra tempo suficiente para malhar e ainda ficar com seu parceiro, atenção. Dica: a melhor opção nestes casos é convidá-lo para a malhação! Tentem encontrar uma atividade que agrade os dois: isso é uma ótima motivação para ambos.

Fonte: revista shape

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Uma boa música ou o filme certo fazem milagres para o casal(principalmente elas) entrar no clima – veja uma lista de clássicos:

entrar no clima

Playlist sexy
► 
I Want You (She’s So Heavy), The Beatles
► Sexual Healing, Marvin Gaye
► Let’s Get it On, Marvin Gaye
► Undress Me Now, Morcheeba
► Just the Way You Are, Barry White
► Smooth Operator, Sade

Sexo no dvd
► 
O Último Tango em Paris (1972)
► Emanuelle (1974)
► 9 1/2 Semanas de Amor (1986)
► Instinto Selvagem (1992)
► Perdas e Danos (1992)

Fonte: vip

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malha mais e mais feliz…

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A disposição do seu parceiro/parceira pode ser aquele empurrãozinho que faltava para você abraçar de uma vez por todas a atividade física. Se ele já a convidou para acompanhá- lo na academia e você recusou, repense sua decisão. Veja algumas situações para inspirar você:

- Um incentiva o outro a não faltar e até mesmo a pegar mais firme no treino;

- Durante o exercício pode acontecer um clima de cumplicidade, de carinho que, às vezes, não sobra tempo para a gente ter em casa;

- Compartilhar uma modalidade que seja interessante para os dois e tirar dessa experiência o melhor proveito possível;


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Passar horas penduradas no Facebook pode estar empurrando seu relacionamento penhasco abaixo. Pelo menos é o que afirma um estudo da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, esse tipo de comportamento aumenta a probabilidade de existirem conflitos entre você e seu parceiro.

relacionamento a dois

Para chegar a essa conclusão, os cientistas questionaram pessoas de 18 a 82 anos sobre a frequência com que acessavam as redes sociais e a quantidade de conflitos que vivenciaram com os parceiros. E, bom, a conclusão foi que a quantidade brigas está relacionada aos acessos à rede.

Quem sabe ficar off-line as vezes possa diminuir as suas discussões, não custa tentar, né? Mal não vai fazer!

Fonte: Revista Nova

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Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor no relacionamento conjugal. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença”, para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de “guerra”.

coisas de casal

Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é nosso parceiro(a)? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar, né?

Imagem: pinterest

 


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